Holanda bate Uruguai e volta, 32 anos depois, à final de uma Copa

•6 de julho de 2010 • Deixe um comentário

O Uruguai começou melhor que a Holanda, que invariavelmente começa mal seus jogos.
Mas o capitão Bronckhorst acertou um pelotaço chutaço de fora da área, o quinto holandês nesta Copa de fora da área, e o jogo mudou, logo aos 17 minutos. Sem Lugano e sem Suarez, não dava mais para o Uruguai. Que resolveu bater, impaciente, impotente diante do maior poderio laranja. Apenas um erro de saída de bola de Sneijder suscitou algum perigo para o goleiro holandês. O jogo foi ficando frio, gelado, gelou.
E chato.
Mais, só as vuvuzelas.
Foi aí que Diego Forlan, sempre ele, resolveu esquentar as coisas.
Ele recebeu na intermediária, virou o corpo, ajeitou a bola para o seu pé esquerdo e soltou a bomba, como no gol holandês.
A bola viajou cheia de veneno, até o meio do gol, pelo alto, porque essa bola é essa bola: 1 a 1!
Pronto, aos 40, tínhamos jogo de novo.
Os uruguaios são gente muito séria.
E o primeiro tempo acabou.
Estava de muito bom tamanho para o técnico Oscar Tabarez.
E uma faixa celeste anunciava, com orgulho: “Y digan lo que digan, nadie nos va a voltear”
Cá entre nós, difícil explicar como a Seleção perdeu para esta Holanda.
Que logo no começo do segundo tempo, não fosse, de novo, o capitão Bronckhorst que tirou uma bola na linha fatal, teria tomado a virada uruguaia.
O Uruguai começou a marcar a saída de bola laranja, coisa que não fizeraa não ser no fim do primeiro tempo.
O jogo estava melhor.
Para o Uruguai.
E os holandeses agora é que davam a sensação de nervosismo, como se não esperassem que o jogo pudesse se complicar como, de fato, se complicara.
Mas conseguem pressionar por uns três minutos seguidos a cidadela uruguaia, que resistiu.
O volante Gargano se desdobrava.
Era um, mas parecia cinco, o número de sua camisa celeste, igual a do Napoli, que defende na Itália,
E Robben perdeu gol feito, no rebote do goleiro Muslera, aos 23.
Mas, em seguida, mais com sorte que com arte, Sneijder desempatou, num chute desviado por dois uruguaios.
O carequinha que lembra Zidane e que ganhou o gol contra de Felipe Melo, empatava com Villa na artilharia da Copa, cada um com cinco gols.
A vida voltava a ficar dura, duríssima, para os orientais.
E ficou impossível, aos 28, quando Robben fez de cabeça o terceiro gol.
De novo, no segundo tempo, o time holandês liquidava um sul-americano.
Sul-americano
bravo, que não desistiu e ainda diminuiu, em jogada ensaiada, com Maximiliano Pereira, aos 90.
Agora a Holanda espera a Alemanha para refazer a final de 1974.
Ou a Espanha, para que o clube dos ganhadores de Copa tenha um oitavo membro.

  • Bravíssimo Uruguai!
  • Texto retirado:http://blogdojuca.uol.com.br/

    Voltei

    •5 de julho de 2010 • Deixe um comentário

    Me desculpe por esse tempo fora, voltei e voltei para ficar até amanhã

    GRÊMIO 4, SANTOS 3. PRECISA FALAR MAIS?

    •14 de maio de 2010 • Deixe um comentário

    Foi um jogão, desses que entram para a História, que não se esquecem. Aliás, não foi o primeiro entre esses dois times. Se não me falha a memória, o mesmo placar aconteceu no começo dos anos 60, com uma incrível curiosidade: O Santos terminou o jogo com Pelé como goleiro. Até aí ele era bom.

    Mas como passado é passado, o Santos começou o jogo sem Neymar, mas com fúria: foi logo abrindo 2 a 0, com dois gols de André, dando a impressão de que iria golear o adversário em pleno Olímpico. Qual o que! Aí, ressurgiu o Grêmio: perdeu até pênalti, mas fez 4 gols (três de Borges e um de Douglas), cabendo a Robinho, em belo gol, descontar para o Santos. E Ganso, por sinal, até que jogou bem.

    http://blogdoavallone.blog.uol.com.br/

    Colorado sai na frente em briga por semifinais

    •14 de maio de 2010 • Deixe um comentário

    Se alguém riscasse um fósforo em Porto Alegre, o Beira-Rio iria pelos ares, tal a tensão que cercou o primeiro tempo, o que vi, de Inter e Estudiantes.

    Chances de gol quase não houve e o que se buscou foram chutes de fora da área.

    O duelo entre os carecas Guiñazu e Verón foi uma nota à parte em termos de disposição, experiência e picardia.

    Mas o primeiro tempo foi terminando com os argentinos mais à vontade com o jogo do que os brasileiros.

    Os argentinos do Inter, que não são poucos, inclusive.

    E eu fui fazer um papo na FAAP, marcado havia tempos.

    Mas o bravo Rafael Martins continuou vendo o jogo por mim, quer dizer, por nós.

    O Juca Kfouri saiu para seu compromisso e os dois times pareciam ter se esquecido que tinham algo para terminar no gramado e ficaram mais de 20 minutos nos vestiários.

    Quando recomeçou, o jogo continuava na mesmo ritmo, com o Estudiantes mais solto em campo.

    O clima tenso entre as equipes foi diminuindo com o passar do tempo, ao mesmo tempo em que o Inter ia melhorando.

    Os brasileiros tiveram duas chances de gols em lances seguidos com Alecsandro, de cabeça, e Andrézinho, num chute cruzado, frustradas pelo goleiro Orion.

    Se o Juca disse que os argentinos estavam mais à vontade, pois foi um uruguaio de nascimento quem fez o gol da vitória Colorada. Sorondo, que é naturalizado brasileiro, escapou de marcação de Cellay e mandou o cruzamento de Andrezinho para o fundo do gol.

    Além da vitória, o Inter tem muito a comemorar por não ter levado gol em seus domínios. Na semana que vem, na Argentina, qualquer empate favorece o Colorado. Se fizer um gol, obrigará o Estudiantes a vencer por dois de diferença.

    http://blogdojuca.uol.com.br/

    Quarta dos Visitantes!!!!

    •14 de maio de 2010 • Deixe um comentário

    Flamengo 2 x 3 Universidade do Chile: O rubro negro foi derrotado por culpa das suas próprias falhas, o time falhou muito na defesa de forma infantil. O time chileno que não é bobo, aproveitou as chances que teve para converter em gols. O Flamengo ainda conseguiu fazer dois gols sendo um quase no final do jogo. Agora, o Flamengo precisa vencer por dois gols de diferença, ou por um gol a partir do 4×3. Ou seja, ficou complicado para o Flamengo.

    O Maracanã estava em festa mais de 70.000 pessoas, mas parece que o efeito convocação deixou o time meio “aéreo”, tanto a euforia por Kléberson como a tristeza pelo Adriano, o time entrou sonolento e desatento, logo aos 4 minutos o time vacilou feio na defesa e Victorino calou o Maracanã. Era 1×0 para os chilenos. Não suficiente, o time continuava a errar muito no meio de campo, principalmente Rômulo que logo foi substituído, mas nada adiantou aos 24, Bruno falhou feio e Olarra marcou o segundo. O cenário era desesperador, mas como em uma ironia do destino, o tal efeito convocação voltou a aparecer, dessa vez de forma positiva, Kléberson que era perseguido pela torcida, fez boa jogada e colocou na cabeça do Imperador que não desperdiçou. O Flamengo diminuia, e ia para o intervalo com o prejuízo diminuído e com um a mais em campo, já que Iturra foi expulso no final da primeira etapa.

    Se o Flamengo tinha tudo para voltar no segundo tempo, sufocando o time chileno, o que se viu foi a tragédia completa com pouco mais de 2 minutos da segunda etapa, outro apagão da defesa rubro-negra e o time chileno entrou tocando com muita facilidade até chegar em Fernandéz que só teve o trabalho de empurrar para o fundo da rede. Para o Flamengo não restava muito coisa a não ser atacar o adversário, mas a defesa chilena estava muito bem postada e tornava complicada a missão do Flamengo, contudo, de tanto insistir, Juan conseguiu aos 44 acender uma pequena luz de esperança ao chutar uma bola que foi desviada e morreu no fundo da rede do time chileno. A situação não ficou tão desastrosa para o Flamengo, mas será dificilímo reverter o resultado.

    Cruzeiro 0 x 2 São Paulo: Em grande atuação da defesa são paulina aliada a um pouco de sorte e a excelente estréia de Fernandão, o tricolor conseguiu um excelente resultado dentro do Mineirão, o time do Morumbi fez um ótimo primeiro tempo e se contar que a pressão no final do jogo seria natural, o time foi perfeito, soube jogar na casa do adversário e deu um grande passo rumo a semifinal.

    O jogo começou com os dois times tímidos, ambos estudaram a formação adversária, o São Paulo começou forçando muito o ataque pelo lado esquerdo, obrigando Jonathan a não subir tanto. Da mesma forma, Gilberto não estava em um bom dia e não conseguia desafogar o jogo pelo outro lado. Thiago Ribeiro era muito bem marcado, assim como Kléber. O Cruzeiro tinha posse de bola, mas não assustava o São Paulo. Aí surgiu a estrela do estreante, Fernandão fez excelente tabela com Marlos que surgiu sozinho e cruzou com tranquilidade para Dagoberto empurrar para o fundo das redes. O São Paulo abriu o marcador e levou o segundo tempo de forma tranquila, sem ser muito assustado.

    Veio o segundo tempo e as coisas pareciam que seguiriam da mesma formas, o Cruzeiro continuava contando com o talento de seus atacantes já que seu meio campo continua ineficiente na criação e o São Paulo conduzia a partida de forma inteligente na defesa e contra atacava de maneira perigosa e novamente próximo a metade da etapa, Fernandão surgiu de novo, em mais um contra ataque do tricolor paulista, Fernandão deu um toque de craque, de calcanhar o novo contratado deixou Hernanes sozinho que só teve o trabalho de olhar, escolher o canto e fuzilar para o gol. Depois disso, Adilson arriscou tudo que podia, o Cruzeiro até pressionou o time são paulino, criou algumas chances, mas que pararam ou em Ceni, ou na brilhante atuação da defesa ou na sorte que acompanhou o time na noite de quarta.

    O São Paulo de forma surpreendente deu um passo gigantesco para a classificação, terá apenas que fazer a lição de casa de maneira tranquila, mas acima de tudo, se o time mostrar a mesma postura deste jogo no Mineirão, o time passa a ter chance de disputar o título da Libertadores.

    (www.cademeucamisa10.com)

    Palmeiras sai na frente no Brasileirão

    •9 de maio de 2010 • Deixe um comentário

    Botafogo e Santos fizeram um belo jogo no Engenhão.
    Os campeões paulistas começaram melhor, mais insinuantes, mas tomaram um gol do zagueiro botafoguense Antônio Carlos logo aos 7 minutos.
    Nem por isso o misto santista se assustou e tratou de apertar os donos da casa, com sucesso.
    Tanto que Neymar empatou com passe de Marquinhos aos 29 e André virou três minutos depois, com passe de Somália ao tentar cortar um lançamento de Marquinhos.
    Então o Santos tomou conta, mas, no último minuto, outra vez Antônio Carlos achou um gol e empatou a partida.
    Que teve um segundo tempo animado, pois o Botafogo voltou com Edno e Caio, disposto a vencer.
    O Santos seguiu em sua toada, também buscando mais gols.
    Que saiu aos 34 com Zé Eduardo, que entrara no lugar de Neymar.
    Como saiu o de Herrera, aos 43, de cabeça, para fazer 3 a 3 e justiça.
    Mais uma vez, com o Santos em campo, mesmo misto, o jogo é bom.
    No Serra Dourada, 0 a 0 entre Atlético Goianiense e Gremio que não vi.
    Já no Palestra Itália, ao menos saiu um gol.
    No primeiro tempo, digno de nota apenas a defesa de Marcos em cabeçada de Júnior e um pênalti não marcado para o Palmeiras.
    No segundo teve mais.
    Lincoln criou uma bela chance de gol e Robert perdeu, desde já, um dos gols mais feitos do Brasileirão-2010.
    Para piorar, em seguida Ewerton sofreu no pênalti, desta vez o árbitro não só marcou como expulsou o autor e Robert deperdiçou em defesa de Viáfara.
    Aí o mundo ameaçou cair sobre o Palestra Itália, porque era a quinta cobrança seguida da marca de pênalti desperdiçada pelo Palmeiras e por um dos jogadores que mais bem tinha se saído nos treinamentos da especialidade.
    Menos mal que Lincoln, o melhor em campo, acabou chutando cruzado para fazer 1 a 0, aos 34, logo depois de Marcos ter impedido novamente um gol de Júnior.
    Resta saber se a sobrevida de Antônio Carlos Zago é boa notícia para a nação alviverde.
    (http://blogdojuca.uol.com.br/)

    Molecada do Santos elimina o Galo, e torcida tira onda de Luxa e do Corinthians

    •6 de maio de 2010 • Deixe um comentário

    Ao contrário do que aconteceu nas finais do Paulistão, quando sofreu gols rápidos do Santo André, o Santos entrou em campo bem mais atento, marcando forte as saídas de bola do Atlético-MG, que ficou acuado, sem conseguir passar a linha do meio de campo. O técnico Dorival Júnior voltou a escalar três atacantes, e André entrou para formar o trio com Robinho e Neymar. Marquinhos ficou no banco.

    O domínio santista se transformou em gol aos 16 minutos, quando Neymar e Paulo Henrique Ganso roubaram a bola pela esquerda. O meia passou para o atacante, que foi à linha de fundo e cruzou para trás. André entrava livre pelo meio, na pequena área, e só teve o trabalho de empurrar para o gol.

    A essa altura da partida, a classificação às semifinais era do Santos, que diminuiu o ritmo e deu campo para o Atlético jogar. O time mineiro adiantou bem sua marcação, tanto que a dupla de zagueiros formada por Werley e Jairo Campos passou a atuar no círculo central. Encolhido, o Peixe buscava encaixar algum contra-ataque, mas tinha dificuldades para retomar a bola.

    O Galo quase empatou aos 34, quando Diego Tardelli veio cortando da esquerda pelo meio e chutou de direita. A bola saiu rasteira e bateu na trave direita de Felipe. No rebote, Pará afastou. Apesar do clima criado antes da partida, o comportamento de Tardelli, que se sentiu ofendido pelos santistas no último domingo, foi absolutamente normal. Os jogadores do Peixe, durante a comemoração do título estadual, fizeram uma brincadeira com o gerente de futebol Jamelli no palco, mas o atacante do Galo entendeu “Tardelli” e encarou como provocação.
    Quando o Atlético parecia mais perto do gol, o Peixe enfim armou um contra-ataque mortal. Aos 43, Pará roubou a bola de Jairo Campos, desceu pela direita e acertou um belo passe para Robinho, que foi ao fundo e chutou cruzado. Neymar, que entrava livre pelo meio, estufou as redes.
    Mas o tempo para as tradicionais dancinhas foi curto. O Galo deu a saída rápida. Após um cruzamento pela esquerda, Felipe tentou afastar e pegou mal. Ganso completou, mas Correa pegou o rebote e chutou forte, diminuindo o placar.

    O Galo estava bem vivo.

    No fim, festa e gozações em cima de Luxa

    O gol do Atlético não assustou o Santos, que, mais uma vez, partiu para cima assim que o árbitro apitou. Logo aos quatro minutos, em cobrança de falta, a bola sobrou para Edu Dracena na área. O zagueiro só rolou para Wesley dominar e chutar forte para marcar o terceiro do Peixe.

    Após sofrer o terceiro gol, o técnico atleticano foi para o tudo ou nada. Tirou o volante Correa e o lateral-esquerdo Júnior, lançando, respectivamente, o meia Evandro e o veterano atacante Marques.

    O jogo se tornou morno, mas tenso. O Santos tinha espaço para atacar, mas errava passes. O Atlético, apesar de ter mais atacantes, não conseguia envolver o time santista, que seguia perigoso no contra-ataque. Aos 33, Robinho roubou a bola de Zé Luís e disparou em direção ao gol. Era só marcar e deixar a classificação encaminhada. Quando chegou na frente de Aranha, porém, o Rei das Pedaladas errou o alvo.

    Neymar, que, apesar do gol, teve uma atuação discreta, foi substituído por Zé Eduardo, que passou a formar dupla com Robinho, pois André saiu para a entrada de Marquinhos. A essa altura, o Santos já tinha o jogo sob domínio e as coisas para o Galo pioraram quando, aos 37, Ganso aplicou um drible desconcertante em Fabiano, que apelou. Como já tinha amarelo, foi expulso.

    O Atlético, bravamente, se lançava para o ataque em busca de um gol para levar a decisão para os pênaltis. Carlos Alberto, pela direita, mostrava disposição e levava vantagem sobre Alexsandro, do Santos.

    No entanto, faltaram pernas para os atleticanos. O Peixe colocou a bola no chão, tocou de um lado para o outro e apenas esperou o tempo passar. Após o apito final, duas explosões de alegria na Vila Belmiro: uma pela classificação e outra pela eliminação do Corinthians, que venceu o Flamengo por 2 a 1, mas foi desclassificado da Taça Libertadores.
    E ainda teve coro:

    - Ô Vanderlei, pode esperar, a sua hora vai chegar – cantou a torcida, repetindo o que os jogadores do Peixe fizeram no último domingo.

    Foi, de fato, uma noite perfeita para os santistas.
    Fonte: globo esporte : http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Copa_do_Brasil/0,,MUL1588662-9830,00.html

     
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